A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível एम्
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível एम्
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível em
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível em
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
disponível em
http://riopardense.blogspot.com/
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
disponível em
http://riopardense.blogspot.com/

PARABENS MINHA AMIGA!!!!!SAUDADES!!
ResponderExcluirMeu avô nasceu nesta cidade (Rio Pardo de Minas) no ano de 1882 e gostaria muito de saber mais sobre a história desta cidade naquela época, por exemplo os nomes das famílias mais ativas na sociedade de então,o que faziam, como viviam, onde as crianças e os jovens estudavam etc. Será que existe algum livro ou algum registro dos anos entre 1850 a 1900?
ResponderExcluirValeu Zena.... rsrss
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