sexta-feira, 12 de julho de 2019
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 27 de junho de 2012
TRABALHO- PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL- 9º ANO
TEMA : : GUERRA DE TRINCHEIRAS
A CLASSE SERÁ DIVIDIDA EM 5 EQUIPES E CADA UMA FICARÁ RESPONSÁVEL EM TRABALHAR CADA TEXTO E EXPOR O RESULTADO PARA TURMA EM FORMA DE SEMINÁRIO.
TEXTO I
MUNDO DAS TRINCHEIRAS
A
vida nas trincheiras era horrível. Quando chovia, o que é comum na região, os
túneis inundavam. E os soldados tinham que lutar, comer e dormir por semanas
com os uniformes encharcados. Havia lama por todos os lados, às vezes atingindo
até o peito dos homens. Eles não podiam manter-se aquecidos, e as doenças se
espalhavam, matando milhares de pessoas diariamente. Para completar, os vivos
sofriam com os piolhos, enquanto os ratos se alimentavam dos cadáveres. (Hills,
Ken. A Primeira Guerra Mundial. p. 7.)
O
cotidiano nas trincheiras não era fácil, muitos combatentes morriam com as
doenças espalhadas por ratos que dividiam os espaços, os alimentos e a água com
os soldados. Quando soldados morriam dentro das trincheiras, muitas vezes não
era possível retirá-los, desta forma, vários corpos se decompunham nas valas e
o odor se tornava insuportável para os soldados.
No mundo das
trincheiras, tão importante quanto o planejamento militar tático e estratégico
têm sido as técnicas de extermínio de piolhos desenvolvidas pelos soldados. A
mais difundida e eficiente delas é o holocausto dos insetos com velas quentes.
Entretanto, esta operação requer perícia e habilidade para exterminar o alvo
sem queimar as roupas. “Eles ficam nas costuras dos uniformes, nas barras das
calças, seus esconderijos parecem impenetráveis. A solução é incinerá-los com
uma vela acesa: eles estouram como um biscoito chinês”, explica o voluntário
britânico George Coppard, de 18 anos. “O único problema é que, depois de cada uma
dessas sessões, o rosto fica coberto de gotículas de sangue espirradas na
explosão vigorosa dos piolhos maiores.”
Mamadeiras de
sangue - Em boa parte dos acampamentos
da guerra já existem até “estações de despiolhamento” atrás das linhas, que
oferecem banhos quentes e máquinas anti-piolhos para limpar as roupas. Mas tais
artifícios têm efeito efêmero: logo, lá estão os insetos de volta, mordiscando
a pele de seus anfitriões. Boa parte dos ovos permanece grudada nos uniformes
mesmo após a lavagem; ao vestir a roupa, o soldado, com o calor de seu corpo,
acaba agilizando o chocar das de sangue.
Nem tudo, porém,
são piolhos. Há também a companhia de sapos, besouros e, principalmente, ratos.
No front europeu, pontificam dois tipos principais de roedores, o preto e o
marrom, que infestam aos milhões as trincheiras e enojam os soldados. Os ratos
alimentam-se dos cadáveres abandonados – desfigurando-os de forma hedionda ao
comer primeiramente olhos para chegar mais rápido às entranhas – e cápsulas dos
insetos mastigadores, que sem demora já vão para as primeiras mamadeiras podem
atingir o tamanho de um gato. Os ratos são lépidos e costumam roubar comida se
esta ficar por um instante desprotegida. Também são conhecidos por incomodar os
soldados durante a noite, passeando por seus rostos enquanto estes tentam, em
vão, dormir o sono dos justos.
Unindo o útil ao
agradável, milhares de homens têm a caça aos ratos como passatempo nas horas
vagas da grande guerra. Atirar nos animais é proibido – para economizar munição
–, mas não raramente a ordem é desobedecida. O ataque com baioneta aos roedores
é mais comum. Também aqui, porém, a tentativa de extermínio é – e sempre será –
pouco frutífera. Um casal de ratos tem a capacidade de procriar mais de 800
ratinhos por ano. Na guerra contra os animais indesejados, são os animais
indesejados que estão ganhando a guerra.
Condições putrefatas de higiene atraem companhia
indesejável
nas trincheiras: piolhos – Batalhões de insetos perseguem recrutas – Ratos
comedores de cadáveres noite, passeando por seus rostos enquanto estes tentam, em vão, dormir o sono dos justos
nas trincheiras: piolhos – Batalhões de insetos perseguem recrutas – Ratos
comedores de cadáveres noite, passeando por seus rostos enquanto estes tentam, em vão, dormir o sono dos justos
DEPOIMENTOS DE SOLDADOS QUE ESTIVERAM NAS TRINCHEIRAS
2
(Carta do Capitão Lionel Crouch para sua esposa,
sobre a vida nas trincheiras em 1917)
"Ratos. Havia aos milhões!! Alguns eram enormes, tão
grandes quanto gatos. Vários de nossos homens acordavam e encontravam um rato
se enfiando embaixo de cobertores empilhados logo ao seu lado!"
(Depoimento do Major
Walter Vignoles, Fuzileiros de Lancashire, Inglaterra).
"Eu não posso dormir em minha trincheira, ela está
cheia de ratos. Pullman dormiu aqui uma manhã e acordou para encontrar um deles
sentado em seu rosto. Eu não consigo encarar isso então eu durmo na trincheira
do Newbery." (Carta do Capitão Lionel Crouch para sua esposa, sobre a vida
nas trincheiras em 1917)
3
(Depoimento do soldado George Coppard, extraído do
livro "With a Machine Gun to Cambrai").
"Os ratos apareciam aos milhares e viviam da riqueza da
terra. Quando estávamos dormindo nas trincheiras aquelas coisas corriam sobre
nós, circulavam, se reproduziam e procuravam restos de comida, com os filhotes
gritando incessantemente. Não havia sistema apropriado para lidar com o lixo
nas trincheiras. Milhões de latas ficavam a disposição dos ratos na França e na
Bélgica em centenas de milhas de trincheiras. Durante alguns momentos da noite,
podia-se escutar um tilintar contínuo das latas se movendo uma contra a outra.
Os ratos as estavam vasculhando. O que acontecia com os ratos debaixo do
tiroteio era um mistério, mas o seu poder de sobreviver se mantinha mesmo com as novas armas, inclusive
com os gases venenosos."
TEXTO 2
NATAL NAS TRINCHEIRAS
“Vocês não atiram, nós também não atiramos!”
Em outras regiões, soldados ouviam o outro lado cantando músicas natalinas e, mesmo sem entender a letra, conheciam a melodia, afinal, até nós conseguiríamos reconhecer a música, já que “Noite Feliz” é uma canção universal para celebrar o Natal.
A música muitas vezes servia para quebrar o gelo entre os dois lados e logo ouvia-se um “Feliz Natal” arrastado no seu idioma vindo do outro lado. Daí para a negociação de trégua e a aproximação dos até então inimigos era um pulo. Ou melhor, uma “arrastada” até a trincheira inimiga.Não foram raras as vezes em que os soldados inimigos trocaram presentes como cigarros, sabonetes e vinho. Em algumas regiões eles improvisaram campinhos de futebol e jogaram com o que tinham à mão. Latas vazias de comida, grama, feno ou capim enrolados com panos e amarrados com arame, tudo valia para improvisar uma bola. As traves eram os capacetes ou estacas fincadas na terra. Árvores de Natal também eram improvisadas com galhos secos, velas e laços feitos com panos coloridos.
É até normal entender estas tréguas e demonstrações de humanidade entre os combatentes. Muitos soldados não entendiam ou não aceitavam os reais motivos da guerra, e ficar ali naquela situação fedendo, sentindo fome, frio e medo acabava aproximando os dois lados.
Enquanto isso, os generais dos dois lados, confortavelmente instalados em suas salas, de frente para uma lareira e bebendo vinho quente, não gostaram destas atitudes de seus subordinados e enviaram ordens proibindo qualquer tipo de trégua sem a expressa autorização do alto-comando
Não adiantou muita coisa. Em algumas regiões as tréguas e as confraternizações chegaram a durar semanas! Quando os soldados eram pressionados pelos superiores, bastava ir para trás das trincheiras e ficar ali sem fazer nada. Quando muito, davam tiros a esmo, para o alto, sem direção nem alvo.
Muitos franceses e belgas não gostaram destas tréguas, afinal de contas, eles estavam ali defendendo seus países, dentro de suas terras invadidas pelos alemães. Mas de um modo geral até os mais revoltados acabavam cedendo, afinal de contas, aquela era uma guerra idiota (assim como todas as guerras, concordam?).
A guerra continuou. Apesar da trégua, alguém tinha que sair vencedor do conflito, de preferência causando milhares de baixas do outro lado. E assim foi feito até 1918, com a rendição alemã. Para alguns historiadores, a Primeira Guerra nem teve fim, apenas passou por um intervalo até 1939 quando, historicamente, consideramos o ano como o início da Segunda Guerra.
Este episódio fica como exemplo de que os homens lutam, muitas vezes, porque são obrigados, não porque desejam o conflito.
TEXTO 3
Depoimentos de
soldados sobreviventes da primeira
guerra mundial
"Eu vi alguns ratos correndo
debaixo dos casacos dos soldados, ratazanas, gordas por causa da carne humana.
Meu coração ficou apertado assim que subimos para ver um dos corpos. Seu
capacete caiu e rolou. O homem apresentava um rosto deprimente, com tiras de
carne arrancadas; o crânio descoberto, os olhos devorados e da boca aberta
apareceu um rato. " (Autor desconhecido)
"Os ratos apareciam aos milhares e viviam da riqueza da terra. Quando estávamos dormindo nas trincheiras aquelas coisas corriam sobre nós, circulavam, se reproduziam e procuravam restos de comida, com os filhotes gritando incessantemente. Não havia sistema apropriado para lidar com o lixo nas trincheiras. Milhões de latas ficavam a disposição dos ratos na França e na Bélgica em centenas de milhas de trincheiras. Durante alguns momentos da noite, podia-se escutar um tilintar contínuo das latas se movendo uma contra a outra. Os ratos as estavam vasculhando. O que acontecia com os ratos debaixo do tiroteio era um mistério, mas o seu poder de sobreviver se mantinha mesmo com as novas armas, inclusive com os gases venenosos." (Depoimento do soldado George Coppard, extraído do livro "With a Machine Gun to Cambrai").
"Se você deixasse sua comida de lado os ratos logo a atacariam. Os ratos não tinham medo. Às vezes nós atirávamos nos nojentos roedores. Mas você poderia ser punido por desperdício de munição se o sargento o pegasse." (Entrevista concedida em 1983 pelo militar Richard Beasley)
"Os ratos apareciam aos milhares e viviam da riqueza da terra. Quando estávamos dormindo nas trincheiras aquelas coisas corriam sobre nós, circulavam, se reproduziam e procuravam restos de comida, com os filhotes gritando incessantemente. Não havia sistema apropriado para lidar com o lixo nas trincheiras. Milhões de latas ficavam a disposição dos ratos na França e na Bélgica em centenas de milhas de trincheiras. Durante alguns momentos da noite, podia-se escutar um tilintar contínuo das latas se movendo uma contra a outra. Os ratos as estavam vasculhando. O que acontecia com os ratos debaixo do tiroteio era um mistério, mas o seu poder de sobreviver se mantinha mesmo com as novas armas, inclusive com os gases venenosos." (Depoimento do soldado George Coppard, extraído do livro "With a Machine Gun to Cambrai").
"Se você deixasse sua comida de lado os ratos logo a atacariam. Os ratos não tinham medo. Às vezes nós atirávamos nos nojentos roedores. Mas você poderia ser punido por desperdício de munição se o sargento o pegasse." (Entrevista concedida em 1983 pelo militar Richard Beasley)
· . ‘’” O odor fétido nos penetra garganta a
dentro ao chegarmos na nossa nova trincheira, a direita dos Éparges. Chove
torrencialmente e nos protegemos com o que tem de lonas e tendas de campanha
afiançadas nos muros da trincheira. Ao amanhecer do dia seguinte constatamos
estarrecidos que nossas trincheiras estavam feitas sobre um montão de cadáveres
e que as lonas que nossos predecessores haviam colocado estavam para ocultar da
vista os corpos e restos humanos que ali haviam. - Raymond Naegelen, na região
de Champagne .
· 3.
· 4.;Pela manhã, quando ainda está escuro, há
um momento de emoção: pela entrada do nosso abrigo precipita-se uma turba de
ratos fugitivos, que trepam por toda a parte a longo das paredes. As lâmpadas
de algibeira alumiam este túmulo. Toda a gente grita, pragueja e bate nos
ratos. Descarregam-se, assim, a raiva e o desespero acumulados durante
numerosas horas. As caras estão crispadas, os braços ferem, os animais dão
gritos penetrantes e temos dificuldades em parar, pois estávamos prestes a
assaltar-nos mutuamente." E. M. Remarque, pág. 113.
“Ainda estou atolado nesta trincheira. (...) Não
me lavei. Nem mesmo cheguei a tirar a roupa, e a média de sono, a cada 24
horas, tem sido de duas horas e meia. Não creio que já tenhamos começado a
rastejar como animais, mas não acredito que me tivesse dado conta se já
houvesse começado: é um questão de somenos.”2
O cotidiano dos soldados nas trincheiras era
perpassado por enormes dificuldades, as valas viviam cheias de águas das chuvas
que misturavam na terra e formavam os barros que grudavam nas meias e botas dos
soldados, geralmente quando os barros secavam nos pés dos soldados, muitos
tinham que cortar o couro do pé para conseguir retirar as meias. As febres eram
constantes nas trincheiras, as micoses e frieiras.
As dificuldades durante a Primeira Guerra Mundial
não foram poucas, milhões de soldados perderam suas vidas dentro das
trincheiras e durante a guerra, não importa se eram soldados nazistas,
ingleses, franceses, o que importa é que eram vidas que foram perdidas.
TEXTO 4
Relato de um soldado
O campo de batalha é terrível. Há um cheiro azedo, pesado e
penetrante de cadáveres. Homens que foram mortos no último outubro estão meio
afundados no pântano e nos campos de nabo em crescimento. As
pernas de um soldado inglês, ainda envoltas em polainas, irrompem de uma
trincheira, o corpo está empilhado com outros; um soldado apóia seu rifle sobre
eles. Um pequeno veio de água corre através da trincheira, e todo mundo usa a
água para beber e se lavar; é a única água disponível. Ninguém se importa com o
inglês pálido que apodrece alguns passos adiante. No cemitério de Langermak, os
restos de uma matança foram empilhados e os mortos ficaram acima do nível do
chão. As bombas alemãs, caindo sobre o cemitério, provocam uma horrível
ressurreição. Num determinado momento, eu vi 22 cavalos mortos, ainda com os
arreios. Gado e porcos jaziam encima, meio apodrecidos. Avenidas rasgadas no
solo, inúmeras crateras nas estradas e nos campos.
POEMA OS IMORTAIS
Eu os matava, mas eles não morriam
Sim! O dia inteiro e a noite estrelada
Por eles não posso descansar ou dormir,
Nem me esconder ou bater em retirada.
Sim! O dia inteiro e a noite estrelada
Por eles não posso descansar ou dormir,
Nem me esconder ou bater em retirada.
Então em minha agonia eu os massacrei
Até de vermelho minhas mãos banhar
Em vão – quanto mais rápido eu matava
Mais cruéis ainda eles conseguiam voltar.
Até de vermelho minhas mãos banhar
Em vão – quanto mais rápido eu matava
Mais cruéis ainda eles conseguiam voltar.
Eu matei e matei, com loucura assassina,
Matei até esgotar toda a minha garra,
E eles se levantavam para me torturar
Porque diabos só morrem fazendo farra.
Matei até esgotar toda a minha garra,
E eles se levantavam para me torturar
Porque diabos só morrem fazendo farra.
Antes eu achava que o demônio se escondia
No sorriso das damas e no vinho gostoso
Eu o chamava de Satã, de Belzebu
Mas agora o chamo de piolho asqueroso.
No sorriso das damas e no vinho gostoso
Eu o chamava de Satã, de Belzebu
Mas agora o chamo de piolho asqueroso.
(“Os Imortais”, poema do soldado britânico Isaac Rosemberg
segunda-feira, 4 de junho de 2012
VOLTEI
Olá Colegas
Estive fora por uns tempos. Estava de licença de gestação, Nasceu um menino lindo lindo.
Fiquei fora do ar só me liguei no meu filho.Agora voltei as aulas com muita vontade de contribuir para a formação de bons alunos.
Breve estarei postando algumas atividades interessantes que elaborei.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Estava procurando um programa na internet para fazer histórias em quadrinhos no computador , porque já havia trabalhado com meus alunos, mas ainda não havia utilizado os recursos da informática . Primeiro encontrei o Hagaquê. Adorei. Mas depois que encontrei o bitstrips fiquei simplesmente encantada. É maravilhoso.Aí estão publicados alguns resultados.Depos de trabalhar a história com os alunos, passo a história com os balões em branco para que eles criem seus próprios dialogos.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A HISTÓRIA DE RIO PARDO DE MINAS
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível एम्
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível एम्
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível em
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível em
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
A Natureza Social do Nosso Povo
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.
O Tempo e a Experiência Repassada
Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.
Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG
Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.
Os Anos de Ouro na Cidade
Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.
O Merclube uma era de bailes e festas
Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.
Aspectos políticos da cidade
Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.
O Poder Executivo
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
disponível em
http://riopardense.blogspot.com/
1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008
Os Administradores do Município em Cada Momento da História
No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
disponível em
http://riopardense.blogspot.com/
Assinar:
Postagens (Atom)









