terça-feira, 21 de setembro de 2010

A HISTÓRIA DE RIO PARDO DE MINAS

A Natureza Social do Nosso Povo

Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.

O Tempo e a Experiência Repassada

Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.

Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG

Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.

Os Anos de Ouro na Cidade

Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.

O Merclube uma era de bailes e festas

Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.

Aspectos políticos da cidade

Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.

O Poder Executivo

1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008


Os Administradores do Município em Cada Momento da História

No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.

Disponível एम्
A Natureza Social do Nosso Povo

Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.

O Tempo e a Experiência Repassada

Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.

Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG

Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.

Os Anos de Ouro na Cidade

Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.

O Merclube uma era de bailes e festas

Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.

Aspectos políticos da cidade

Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.

O Poder Executivo

1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008


Os Administradores do Município em Cada Momento da História

No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.

A Natureza Social do Nosso Povo

Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.

O Tempo e a Experiência Repassada

Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.

Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG

Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.

Os Anos de Ouro na Cidade

Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.

O Merclube uma era de bailes e festas

Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.

Aspectos políticos da cidade

Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.

O Poder Executivo

1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008


Os Administradores do Município em Cada Momento da História

No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
Disponível em
A Natureza Social do Nosso Povo

Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.

O Tempo e a Experiência Repassada

Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.

Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG

Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.

Os Anos de Ouro na Cidade

Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.

O Merclube uma era de bailes e festas

Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.

Aspectos políticos da cidade

Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.

O Poder Executivo

1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008


Os Administradores do Município em Cada Momento da História

No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.

A Natureza Social do Nosso Povo

Rio Pardo de Minas é uma cidade pequena do interior de Minas Gerais à margem do Rio Pardo encravada na base da Serra geral, conhecida, sobretudo por ser uma das cidades mais velhas do norte de minas, em fevereiro turistas de todo o país enfrentam adversidades de clima e transporte para aglomerar nas ruas e praças, no centro da cidade, jovens espalhados com seus mini-trios ajudam na sonorização da cidade.
A historia dessa cidade e desse povo emerge com força, emoção neste livro escrito por alguém que vive e acompanha tudo de perto. O livro resgata a história da cidade reconta episódios pitorescos, menciona as relações entre o urbano e o rural, levanta nomes e personalidades da região, mas sobretudo, se destaca pela forma clara com que são descritos os principais fatos que encravaram essa cidade. O bom deste resgate é que ele nos deixa com vontade de conhecer essas histórias, essa gente e essa cidade.
Pesquisei muitos arquivos e ouvi muita gente na tentativa de expor uma pesquisa voltada à objetividade, que a muito a cidade precisa. Trato de uma grande declaração de amor á nossa terra, focalizando sua historia no contexto histórico da nossa gente e do nosso povo. Tento reuni muitas historias. Li Coreografias de Rio Pardo, fatos históricos de Serra Nova, Lençóis do Rio Verde e Efemérides Riopardense, e conversei muito com o povo. Tudo isso misturado às lembranças guardadas em minha cabeça deram esse livro.
Que sabedoria e experiência! Que firmeza para contar um fato. Como se aprende conversando com os mais velhos! Guardam os fatos com responsabilidade e carinho isso e encantador penso que a história deve ser contada assim.

O Tempo e a Experiência Repassada

Andando e apreciando os rios. Procurando senti-los. Nossos rios, interessantes observamos como eles se juntam uns aos outros sem misturar suas águas: Pardas, escuras, claras e pretas. O rio preto com suas águas cristalinas, transparentes, contradiz com a história; As águas dos rios correm lado a lado, sem se misturarem. No encontro do Preto e Pardo em “Sá-Dona Ana” é assim. Tentam com isso preservar-se, até que perde a força e se misturam de forma homogênea a caminho do mar. Várias terras, várias cores e culturas diferentes, lá vão eles molhados e molhando hábitos costumes e tradições.
Nossos jovens correm como um rio de ondas, atropelando tudo e a si mesmo, como se o mundo fosse acabar amanha; Ah esses moços! Se soubessem prestariam mais atenção nos antigos. Parece-me que os jovens dos anos sessenta viveram melhor o seu tempo. Embebiam naqueles sonhos, nas musicas libertadoras e participavam mais das questões sociais eram sem duvidas mais comprometidos.
O Água Boa com suas praias, margens arborizadas e leito arenoso onde caminhávamos acessando devagar suas lindas praias. Hoje desvanece e tímido esconde no abandono que o próprio homem causou. Meu Preto e Pardo nossa Piscina corrente onde os gentios a nadarem em varias fontes a citar: banheiro dos homens e poço da mexerica ali na saída para Serra Nova, poço do Malaquias, Sá dona Ana e seu Tôtone. Quantos jovens naquele tempo não deliciaram em suas férias das águas do nosso torrão. Hoje, amanha e sempre assim: Lembranças, muitas lembranças. Nosso Torrão no peito, nos olhos e no coração. Quantas saudades... É bom ter do que sentir saudade e assim sempre acabo pensando no ontem e no Hoje. Tentando compreender a cidade: Sua Gente sua historia e seu destino. Sabendo que cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu momento. São Cometas, satélite artificial e Estrelas.

Dados Históricos de Rio Pardo de Minas - MG

Nossa cidade começou assim: O município de Rio Pardo de Minas teve origem por volta de 1.698.
Sua fundação foi às margens dos Rios Preto e Rio Pardo pelo fazendeiro Antônio Luiz dos Passos. Rio Pardo de Minas é uma cidade histórica e já recebeu vários nomes. RIO DAS OURINAS, devido à cor de suas águas que têm a aparência do líquido segregado pelos rins (urina). Esta mensagem foi mencionada pelo Padre Navarro em 13 de julho de 1.553.
RIO PRETO ou RIO PARDO, devido à exploração de ouro criação de gado os aventureiros rescindenciavam por aqui em 1.727 a 1.737 e indiferentemente davam-lhe esses nomes.
RIO PARDO: Em 1.831 em 13 de outubro, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo então desmembrado do município de Minas Nova.
Em 1831 uma lei da assembléia geral lhe concedeu o titulo e honra de Vila com o nome de Rio Pardo. Passado algum tempo, a vila ganhou o topônimo de Janúaria, por lei providencial em honra da princesa Januária Maria, filha de D. Pedro I. Menos de um ano depois a vila retorna ao seu nome de origem: Vila do Rio Pardo, depois cidade de Rio Pardo. Quando ocorreu a reestruturação dos nomes dos municípios brasileiros a cidade de Rio Pardo passou a se chamar Wesceslândia, em homenagem ao Presidente da Republica, Dr. Wenceslau Brás. Nesta Ocasião, houve protesto dos moradores solicitando ao governo de Minas a volta do nome Rio Pardo, o que efetivamente aconteceu, porém acrescentou ao nome de minas para não ser confundido com a cidade de Rio Pardo no estado do Rio Grande do Sul.
Em 1.858, foi criada a comarca de Rio Pardo de Minas.
Em 1.757 foi construída aqui uma igreja matriz e foi elevada a categoria a categoria de paróquia.
A cidade antigamente tinha ruas estreitas e becos onde a criançada brincavam a vontade lembro com muita saudade do Beco da Trouxa, Rua de Trás, Beco do correio Rua das Pedras e outras que se identificavam com algum local. As crianças dos arredores da igreja matriz tinham suas turmas e as do atual bairro jaqueira, travando sempre disputas com uma certa rivalidade.
A parte mais alta da cidade, lembro de seus primeiros moradores: O Sr. Marcelo (Exímio jardineiro servidor municipal), Dona Du a Mãe do Domingo Torresmo. O Dumingo foi personagem histórico dos anos setenta. Dentre muitos outros. O clima de Rio Pardo sempre foi muito agradável. As chuvas geralmente caem em trovoadas de novembro a abril seguida de uma estiagem de quase sete meses.
A Primeira instalação de energia elétrica com motor ocorreu em meados 1945, Sendo o prefeito do município o Sr. Didi Costa, feito marcante em nossa história.
Em meados de 1972 Houve uma grande festa comemorando os 100 anos de emancipação política, muitas autoridades estiveram presente e sem duvida uma grande comemoração.
Em 1972, Pela lei 444 de 09 de março de 1967 foi criado o Ginásio municipal e três anos depois pela lei municipal nº. 499 de junho de 1970, foi o Ginásio transformado em Colégio Municipal, de Rio Pardo de Minas, sendo prevista a instalação dos cursos colegial Normal e Técnico em Contabilidade autorizados pela resolução 103/72 da secretaria de Estado da Educação. Em 18 de setembro de 1972 foram criadas as classes anexas, destinadas a complementar o curso colegial normal. A escola atualmente leva o nome da professora Marlene Carmo.
A Fundação Coronel João de Almeida, que atendia os ricos e podres em enfermarias e apartamentos. Satisfazia completamente a cidade. Naquele tempo o povo tinha orgulho do hospital, bem aparelhado, bem equipado, serviço de saúde de primeira qualidade, limpo, atendia gente de todos os cantos, foi o nosso hospital até os dias de hoje. Adquirido pela mais velha associação que temos em nosso município A APROMIRP, registrada em cartório de títulos e documentos no Livro nº.: 01 folha: 01 e 02, em: 16 de agosto de 1965, entidade fundada em 1965 por vários senhores de bem, destaco a presença do medico Dr. Avelino, que residia em Salinas. Pena que em alguns momentos da história a Apromirp deixou de atender os seus verdadeiros objetivos, e o hospital totalmente sucateado e endividado sobrevive com muita dificuldade.

Os Anos de Ouro na Cidade

Os anos 70 foram de BADALAÇÕES e “progresso” com a chegada das empresas de reflorestamento, muita coisa mudou, melhores estradas muitos empregos, gerando muitas profissões e perspectiva para os moradores momento de grande êxodo rural, de muitas festas e realizações, o povo era só alegria.

O Merclube uma era de bailes e festas

Em Rio Pardo de Minas eram famosas as festas no merclube. Lembro dessas festas, glamorousa, noites de sonhos para muita gente. Pude desfrutar de muitas e tenho belas recordações, assim com certeza muitos que de saudade faz os olhos brilharem. Aquelas festas inesquecíveis que tanto valorizavam a comunidade interagindo e gerando uma certa harmonia no povo do lugar. O mercado municipal, ponto de feirante e transformado nos dias de festas pelas mãos hábeis das decoradas da época, era o nosso salão de festa.
Os Anos 64/72... Foram marcados a nível Brasil pelo golpe militar enquanto caçavam Lamarca, o capitão da vanguarda popular. Ouviam-se poucos comentários pelo radio e muita coisa pelos cochichos sobre a sorte do capitão e de seus companheiros. Dez anos depois, acendia o espírito de mudanças na mente do Jovem José Eustáquio D’angelis “Sarue”, se opondo ao conservadorismo e com propostas de mudanças, lançava a Oposição 72!
No País acontecia de tudo, festivais de canção, Bossa Nova, e Rio Pardo espelhava e reproduziam o cenário nacional. Assim foram os anos 60 e 70 em Rio Pardo de Minas, tempo de festas e outros momentos culturais. A cidade se aquecia.

Aspectos políticos da cidade

Tentarei assegurar numa ordem cronológica prefeitos de Rio Pardo de Minas, nos primeiros tempos de sua historia política. Há poucos registros: O Efemérides Riopardense do Pe. Newton e outros que abordam vagamente o assunto.

O Poder Executivo

1- Soter Carmo 14/06/1932 a 25/07/1936
2- Odílio Torres Mendes (Didi) 26/07/1936 a 1945
3- Raimundo Benedito de Freitas (Sr. Mundico) 1946 a1947 a 1950
4- João da Silva Mendes 1951 a 1954
5- Gumercindo Costa 1955 a 1958
6- Jovelino Pinheiro da Cruz 1959 a 1963
7- Aderval Costa 01/03/1963 a 28/02/1967
8- Tácito de Freitas Costa 01/03/197 a 01/02/1971
9- Manoel José da Mata 02/02/1973 a 20/07/1974
10- Arlindo Dias Silveira 21/07/1974 a 31/12/1976
11- Odílio Fernandes Costa 01/01/1977 a 1982
12- Décio Martins Costa 1982
13- Maria Raimunda de Farias Costa 1982 a 1988
14- Edson Paulino Cordeiro 1989 a 1992
15- Maria Raimunda de Farias Costa 1993 a 1996
17- Orlando Santana Afonso 1996 a 2000
18- Edson Paulino Cordeiro 2000 a 2004
19- Antonio Pinheiro da Cruz 2004 a 2008


Os Administradores do Município em Cada Momento da História

No anos 70/80, Governaram Rio Pardo de Minas com espírito Nativo, Homens municipalista de fato, comprometido com sua terra natal, buscavam melhorar a cidade. Nesse período de mudanças, marcada com a Chegada da Vale do Embaúba Reflorestamento e por fatos infelizes, que levou as paginas de muitos jornais por conta de acidente desagradável que culminaram na morte do Prefeito Tácito e varias autoridades representantes da Embaúba.
Assumiu o Município o vice Sr. Arlindo Silveira, concluído o mandato, e deixando a ponte do Rio Preto como uma das obra principais do seu governo.
Manoel José da Mata, prefeito de 1973 a 1976, muito educado carismático, administrou Rio Pardo e deixou como uma das obras principais a estrada que liga Rio Pardo a Taiobeiras.
Na seqüência o Prefeito Odílio Fernandes Costa, comerciante popular, aqui em Rio pardo e todo o norte de minas. Administrou o município e teve a sorte de construir muitas obras estaduais em seu governo cito: prédio Ruralminas, prédio Emater, Fórum entre outras municipais como o calçamento de toda a cidade baixa. Sr. Odílio não completou o seu governo e vindo a falecer assumiu a prefeitura o Sr. Décio Martins Costa, que no período de 06 meses administrou com muita honradez, equipando a prefeitura com maquinas e carros novos. Caprichoso que é guarda com orgulho a prestação de contas do período que governou.
Em 1983 Maria Raimunda de Farias Costa, iniciou sua administração, tendo como vice prefeito Edson Paulino Cordeiro, abrindo uma nova etapa.
Em 1989, Edson Paulino Cordeiro, tendo como vice Prefeito Orlando Santana Afonso, iniciou sua administração.
A Cultura de Rio Pardo de Minas tem sido, ano após ano, massacrada. As lideranças estão mais fracas, menos participativas dos problemas da terra, encolhidas, distantes; e, pelo que se sabe, não surgem novos valores. Importa-se gente estranha para administrar a cidade. Se ainda assim houvesse respeito pelo povo!...
Os Cidadãos de Rio Pardo Sumiram. Hoje quem tem vez são os chegantes endinheirados, que de todo os cantos surgem, para mandar na cidade: ‘’Em terra de cego quem tem um olho e Rei’’.
Volta a governar o município D. Raimunda no período de 1993 a 1996.
Em 1997 a 2000, Orlando Santana, iniciou administração, tendo como vice Valdeir de Andrade Pereira.
Em 2000, Edson Paulino Cordeiro, volta a Prefeitura, a princípio muita gente ficou satisfeita, eram promessas e mais promessas, bajulações de todas as espécies, conhecia todos pelo nome e demonstrava uma grande amizade. Com futricas e pendengas um dia tudo se cansa, Edson perde muitos companheiros e volta a apoiar Orlando, a política toma novos rumos.
Em, 2004 a segunda candidatura do Tonão, “A Vitória Toniana”, esperança e vontade de ver as coisas acontecerem de forma diferente, levou o povo a se rebelarem contra o sistema e deram uma vitória esmagadora ao atual prefeito que governa nos dias atuais, executando obras tão esperada pela população, destaco o mercado municipal e a ponte do Rio Traçadal.
disponível em
http://riopardense.blogspot.com/
Nossa Escola Estadual “Jose Cristiano”

Nosso Grupão, como costumava mencionar a Diretora Brithes Mesquita...
A Escola Estadual José Cristiano, pertence ao município de Rio Pardo de Minas, funcionou na avenida Rafael Bastos Pereira é a escola mais antiga de nosso município e atualmente está situada à Rua Osório Batista, Nº. 86, no Bairro: São Domingos. Ocupa uma área murada de 12000m², sendo 5189m² de área construída.
Pode se dizer que rede física é razoável para o bom funcionamento da escola, atualmente o prédio está em processo de reforma, ampliação e melhorias.
A escola funciona em prédio próprio e é mantida pelos cofres públicos através de recursos repassados à caixa escolar Tácito de Freitas Costa.
O espaço físico e amplo e dispõe de 13 salas, 01 banheiro de professor, 04 banheiros para alunos, sendo 2 de uso feminino e 02 para uso masculino, 01 quadra esportiva coberta, 01 secretaria, 01 diretoria, 01 biblioteca, 01 sala de professores (pequena), 01 cantina, 01 depósito (despensa).
Esta escola funciona em três turnos, matutino, vespertino e noturno. Em 2008, a escola possui 970 alunos matriculados e freqüentes.
A escola ainda dispõe de refeitório: 9200m², 01 sala de supervisão, que atualmente está sendo utilizada como depósito de livros didáticos.
Nota-se que a Escola Estadual José Cristiano, apresenta uma gestão democrática, praticada por meio de diversos mecanismos e formas de atingir, buscando assim, uma maior qualidade social no caminho da transformação da escola e da sociedade।

Referências :
Disponível em http://riopardense.blogspot.com/

HISTÓRIA

Conheça a História de Rio Pardo de Minas na integra, visitando o blog http://riopardense.blogspot.com/.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

FICHAMENTO
Nome do Programa: A charge na sala de aula: uma perspectiva para o ensino e a aprendizagem de História
Áreas do conhecimento : História

Descrição :
O programa tem como objetivo de levar o aluno a reconhecer a charge como fonte histórica para a compreensão de temáticas trabalhadas em aulas de História; A charge é um recurso importante para o ensino/estudo da História não apenas por ser uma representação pictórica – o que de início já se define como uma provocação para os alunos – mas também por ter como princípio inerente a possibilidade de reflexão sobre uma determinada situação, fato, idéia. Ao fazer a opção pelo trabalho com a charge é importante reconhecer nesta linguagem um potencial para a reflexão histórica, não a encarando como mera ilustração, como muitas vezes acontece, particularmente em manuais didáticos. É importante levar o aluno a perceber a historicidade presente em outras fontes e linguagens que não o texto escrito. Isso pode contribuir para aguçar a sua capacidade de interpretação e espírito crítico, permitindo-lhe estabelecer relações entre fontes e/ou linguagens utilizadas no estudo de temas históricos.
Vale destacar a atividade com jornais e revistas que sugerem os seguintes procedimentos:
1- O professor deve levar para a sala de aula revistas e jornais (recentes), selecionados previamente, e que contenham charges relativas a diferentes áreas da sociedade brasileira atual (política, economia, cotidiano, esportes, etc.).
2- Dividir os alunos em grupos e pedir que cada grupo, após o manuseio do material, escolha uma charge. A charge escolhida deve ter a sua idéia central debatida pelo grupo.
3- As conclusões do grupo sobre a idéia central da charge devem ser apresentadas aos colegas e ao professor.
4- Após as conclusões de todos os grupos, solicitar que os alunos façam comentários sobre outros meios a partir dos quais tiveram contato com charges (como televisão e internet, por exemplo) e como avaliam a utilização desta linguagem nos meios de comunicação atuais. Quanto a avaliação , esta deve ser utilizada primordialmente como um canal de comunicação entre o aluno e o professor. Fundamental para o primeiro uma vez que pode ajudá-lo a reorganizar o seu pensamento e superar dificuldades. Fundamental também para o professor que poderá sempre repensar a sua atuação, revendo conteúdos, metodologias de ensino, procedimentos avaliativos.
No desenvolvimento do tema proposto, o professor poderá avaliar os alunos a cada etapa do trabalho por meio das atividades orais incluídas no processo, como levantamento de hipóteses, debates, apresentação de conclusões, produção e apresentação de charges; também por meio das at


FÓRUM -

Considero relevante a colocação do prof. Dowbor de que há necessidade de novos conhecimentos em todas as áreas, porém muito professor não tem acesso a estes, dificultando a realização de uma prática pedagógica inovadora. Por outro lado mesmo o professor tendo acesso ele ainda não está preparado para utilizá-los.Diante das transformações que vem acontecendo é preciso repensar o papel da escola. O objetivo da escola seria de organização do conhecimento, sendo o professor não mais como transmissor do conhecimento, mas como facilitador e o aluno não mais um simples receptor. A escola está dentro deste mundo contraditório e injusto. Por isso a necessidade de repensarmos nossa prática docente. É importante para a escola que o professor aprenda a ter acesso a informações, ser capaz de organizá-las e saber selecionar as que são significativas para que haja sucesso no processo de ensino e aprendizagem.

Na atualidade o acesso as redes é cada vez mais democrático e os equipamentos necessários é cada vez mais acessível. Hoje qualquer professor tem condições de possuir um computador conectado a internet . Esse recurso não só pode mas deve ser aplicado no ensino e contribuir para modificar o papel do aluno e do professor, onde o foco de tudo seja o aprender. È notável que nos dias atuais as crianças já navegam com facilidade e são capazes de interpretar informações e aprender sozinhas e a escola precisa estar atenta a estas mudanças . O professor exerce na verdade o papel de orientador .Estamos portanto diante de um mundo de rápidas transformações em que cabe ao professor a função de orientar . Segundo Rodrigues “A tecnologia facilita a transmissão da informação, mas o papel do professor continua e continuará sendo fundamental para auxiliar o aluno a construir o conhecimento. Os que não entenderem essa nova realidade correm o risco de ser substituídos por uma máquina. O professor que trabalhar mais como um facilitador será insubstituível e inesquecível, como até hoje é, para qualquer um de nós, a figura da primeira professora.”Existe uma grande necessidade do professor continuar aprendendo é preciso estar sempre aprimorando os conhecimentos como forma de se manterem atualizados e preparados para vencer os novos desafios . Segundo MORAN 2009 “ Quando pensamos em educação costumamos pensar no outro, no aluno, no aprendiz e esquecer como é importante olharmo-nos os que somos profissionais do ensino como sujeitos e objetos também de aprendizagem. Ao focarmo-nos como aprendizes, muda a forma de ensinar. Se me vejo como aprendiz, antes do que professor, me coloco numa atitude mais atenta, receptiva, e tenho mais facilidade em estar no lugar do aluno, de aproximar-me a como ele vê, a modificar meus pontos de vista.” Alzemar Mendes Costa Santos Disponível em http://www.milenio.com.br/aeee/professores/Novas%20tecnologias%20e%20o%20papel%20do%20professor.htm MORAN Jose Manoel Educação que desejamos (a): novos desafios e como chegar lá PAPIRUS EDUCAÇÃO 2009 Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/desafios.htm .
Curso Tecnologias na Educação :Ensinando e aprendendo
Aluna: Alzemar Mendes Costa Santos
Atividade 1
Elaboração de texto

Quem sou como professor e aprendiz?

Vivemos na sociedade da informação, onde a tecnologia tem se avançado cada vez mais e com uma rapidez extraordinária. Como professora tenho que estar preparada para lidar com essas novas tecnologias e como aprendiz tenho que estar sempre em busca de novos conhecimentos para poder oferecer aos meus alunos aulas mais interessantes e atraentes. Para oferecer aulas que despertem o interesse dos alunos devo tirar proveito das vantagens que as novas tecnologias nos oferecem . Posso utilizar projetos que envolvam a participação dos alunos com atividades de produção conjunta de textos e muitas outras . As novas tecnologias podem ser utilizadas de diversas maneiras e como a professora Maria Elizabeth B. de Almeida afirma em seu texto Novas tecnologias na educação que “O fundamental nessas tarefas é fazer com que os alunos utilizem a tecnologia para: chegar até as informações que são úteis nos seus projetos de estudo, desenvolver a criatividade, a co-autoria e senso crítico.”Para que o professor esteja capacitado a estar desenvolvendo essas atividades com os alunos ele precisa ter domínio das novas tecnologias da comunicação e informação e para que isso aconteça é necessário estar atento as oportunidades que são oferecidas. Existem na atualidade muitos programas voltados para a utilização das TICs na educação e a maioria tem essa preocupação de capacitar os professores e trabalham na preparação dos educadores, porque essa preparação é muito mais importante do que simplesmente oferecer o acesso as novas tecnologias .O problema, no entanto, não é a disponibilidade das tecnologias e sim a formação de professores para utilizar as TICs.



REFERÊNCIAS :

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/noticias.html?idEdicao=2&idCategoria=8&idConteudo=37

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Foi realizado o concurso da MISS José Cristiano. Sucesso total. A vencedora foi a linda Alessandra do 8º ouro .
CONCURSO DE MISS


No dia 19 de agosto de 2010 aconteceu a segunda GINCANA ESTUDANTIL na Escola Estadual José cristiano de Rio Pardo de Minas com a participação dos alunos e professores do turno matutino. Foram realizadas muitas atividades interessantes e todo o evento foi um sucesso. Parabéns queridos alunos.